Inimá de Paula




Estudo p/ Igreja de Ipanema
grafite
1956 - 41 x 28

Fundo de quintal
ost
1968 - 65 x 81
Registrada na fundação sob o código PURJ 0150. Reproduzida no catálogo raisonné à Página 123

Morro carioca
ost
1967 - 82 x 55
Registrada na fundação sob o código PURJ 0165. Reproduzida no catálogo raisonné a página 117

Paisagem Caldas Novas
ose
1978 - 54 x 66

Paisagem rural mineira
ose
1968 - 60 x 72
Obra integrou a exposição Panorama de Arte Atual Brasileira, realizada no Museu de arte Moderna de SP.

Sanfoneiro
serigrafia P/A
1988 - 50 x 70

Sem título
ose
1956 - 60 x 98

Sertanejo
nanquim
- 43 x 30

Verão azul
ost
1991 - 165 x 120
Registrada na fundação sob o código PR0022. Reproduzida no catálogo raisonné à página 486.


Currículo Resumido

Inimá de Paula (1918 - 1999)

Pintor e desenhista.

A partir de 1937, freqüenta o Núcleo Antônio Parreiras, em Juiz de Fora, Minas Gerais. Em 1940, instala-se no Rio de Janeiro, matriculando-se nas aulas de Argemiro Cunha (1880-1940) no Liceu de Artes e Ofícios do Rio de Janeiro, as quais abandona em pouco tempo. Passa a pintar com alguns dos ex-integrantes do Núcleo Bernardelli. Em 1944, transfere-se para Fortaleza, onde conhece artistas locais e participa da criação da Sociedade Cearense de Artes Plásticas (SCAP). Volta ao Rio de Janeiro em 1945 e expõe com Aldemir Martins (1922-2006), Antonio Bandeira (1922-1967) e Jean-Pierre Chabloz (1910-1984), na galeria Askanasy. Em 1948, graças ao apoio de Candido Portinari (1903-1962), faz sua primeira mostra individual no Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB/RJ). Em 1950, ganha o prêmio de viagem ao país do Salão Nacional de Belas Artes (SNBA) e, no ano seguinte, viaja e expõe na Bahia. Em 1952, recebe o prêmio de viagem ao exterior do Salão Nacional de Arte Moderna (SNAM). Em Paris, entre 1954 e 1956, assiste a cursos na Académie de la Grande Chaumière e na École Normale Supérieure des Beaux-Arts. Em seguida, acompanha as aulas de André Lhote (1885 - 1962) e de Gino Severini (1883-1966). Quando volta, passa a fazer pinturas abstratas, algumas das quais mostra na 5ª Bienal de São Paulo. Na primeira metade dos anos 1960, muda-se para Belo Horizonte e retoma a pintura figurativa. Em 1998 é criada a Fundação Inimá de Paula em Belo Horizonte.

Inimá é conhecido como "o fauve brasileiro"1 em razão das cores fortes e vibrantes com que pinta e que são de fato característica marcante do seu trabalho. São vermelhos, azuis, amarelos e verdes que parecem puros e são inscritos na tela com movimentos vigorosos. Em alguns casos, ele lembra Henri Matisse (1869-1954) de La Plage Rouge (1905) e, em outros, o expressionismo. Como na marinha Pequeno Porto (1987), toda de cores intensas, ou ainda em alguns auto-retratos, em que traços vigorosos e cores sombrias conferem perturbação à figura.

Entretanto, durante toda sua carreira, Inimá também realiza obras em que os brancos e cinzas dominam. Seja nas paisagens urbanas de Santa Teresa, seja nas marinhas cearenses, ou mais tardiamente nas vistas mineiras, o branco é utilizado como cor, conferindo ainda mais tranqüilidade às cenas já praticamente desprovidas de ação. Muitos críticos enfatizam tal aspecto.2

Outro ponto que costuma definir a obra de Inimá é a predominância da paisagem, especificamente a urbana. A combinação da arquitetura com a natureza permite ao pintor realizar composições muito equilibradas, em que tende a cobrir a maior parte da tela, deixando pouco espaço para o céu, alternando as cores organizadas no casario com as manchas de cor da vegetação.

Todavia, ele também pinta retratos, naturezas-mortas e composições abstratas. As naturezas-mortas revelam influências de Paul Cézanne (1839-1906) e Matisse, tanto no traço e nas cores quanto nos objetos. Seu período abstrato é variado, abarcando composições mais cubistas que mantêm um resquício de figura, e outras mais informais.

Notas
1MORAIS, Frederico. Inimá de Paula. Rio de Janeiro: L. Christiano, 1987, p. 15.
2MORAIS, Frederico. Op cit., p. 23 e, por exemplo, Rubens Navarra em SAMPAIO, Renato. Inimá. Belo Horizonte: Rona, 1999, p. 172.

"Não se pode falar propriamente de fases na pintura de Inimá de Paula. Ou, pelo menos, elas não estão bem delimitadas temática e formalmente. No máximo, pode-se circunscrever sua produção aos seus deslocamentos geográficos, mesmo assim precariamente, porque, acima deles, está o próprio estado de espírito do artista. Não há um desenvolvimento seqüencial ou linear de temas e colorido em sua obra. A cor, por vezes, irrompe furiosa em meio a longos períodos de predominância dos brancos e cinzas, e isto independe do lugar onde ele esteja. Da mesma maneira, em sua fase abstrata, ele não deixou de pintar obras figurativas. (...)

Porém, a marca mais visível e ao mesmo tempo a mais profunda é o fovismo, que se afirma plenamente em sua derradeira fase, a de Minas Gerais. Por intermédio do fovismo e de sua aproximação com a pintura de Kaminagai, ele se vincula à Escola de Paris, mas sem perder suas raízes brasileiras. Quando Inimá diz que sempre foi expressionista, é preciso entender bem o sentido de sua afirmação. Pode ser uma referência a momentos mais dramáticos de sua pintura, como o período carioca de 1967/1968, ou ele está empregando o termo no seu sentido mais amplo, o que define o expressionismo como uma tendência permanente da história da arte, que ressurge de tempos em tempos, sempre que existe uma crise, seja ela estética, seja moral, política ou econômica. Ou seja, o expressionismo seria o pólo da crise, por oposição ao pólo da construção, do qual o cubismo é exemplo. Crise e construção ou emoção e rigor seriam, então, as duas vertentes fundamentais da história da arte, cada uma delas abrigando diferentes escolas, ismos, tendências. Dentro desta perspectiva mais ampla, o fovismo integra a vertente expressionista. Ou então, pode-se dizer que ele é uma das suas raízes, ao lado do Die Brücke e do Blau Reiter, nascidos na Alemanha, pátria por excelência do expressionismo.

(...) Tudo o que deseja Inimá, com sua pintura, é alcançar uma atmosfera vibrátil para a cor. Como ele diz: 'Trabalhar o quadro sem magoá-lo, de forma espontânea, fluídica, uma pincelada, outra, mais outra, mas sem perder o sentido da forma, buscando sempre a ressonância e vibração da cor'. "
Frederico Morais
MORAIS, Frederico. A obra. In: ___. Inimá de Paula. Rio de Janeiro: L. Christiano, 1987. p. 65, p. 68, p. 112.

Exposições

1948 - Rio de Janeiro RJ - Individual, no Hotel Copacabana Palace
1948 - Rio de Janeiro RJ - Individual, no IAB/RJ
1948 - Rio de Janeiro RJ - Individual, no MEC
1948 - Salvador BA - Individual, na Galeria Oxumaré
1949 - Rio de Janeiro RJ - Individual, no Galeria Montmartre
1954 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Montmartre
1954 - Rio de Janeiro RJ - Individual, no MEC
1959 - Belo Horizonte MG - Individual, na Galeria Dantez
1961 - Belo Horizonte MG - Individual, na Galeria Pinguim
1962 - Rio de Janeiro RJ - Individual, Picolla Galeria do Instituto Italiano di Cultura
1965 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Biblioteca Nacional
1965 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Barcinski
1965 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria G4
1965 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Macunaíma/Funarte
1966 - Belo Horizonte MG - Individual, na Galeria Grupiara
1966 - Belo Horizonte MG - Individual, na Galeria Pinguim
1967 - Belo Horizonte MG - Individual, na Galeria Guignard
1967 - Belo Horizonte MG - Individual, no Ibeu
1967 - Belo Horizonte MG - Individual, no MAP
1968 - Belo Horizonte MG - Individual, na Galeria Guignard
1970 - Rio de Janeiro RJ - Individual, no Hotel Copacabana Palace
1971 - Belo Horizonte MG - Individual, no Colégio Santa Dorotéia
1974 - Belo Horizonte MG - Individual, na Real Galeria de Arte
1974 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Vernissage Galeria de Arte
1975 - Brasília DF - Individual, na Performance Galeria de Arte
1976 - Belo Horizonte MG - Individual, na Galeria Caminito Artes e Presentes
1977 - Brasília DF - Individual, na Oscar Seraphico Galeria de Arte
1977 - Rio de Janeiro RJ - Individual, no Banco América do Sul S. A.
1978 - Belo Horizonte MG - Individual, na Ami Galeria de Arte
1978 - Salvador BA - Individual, na Kattya Galeria de Arte
1981 - Belo Horizonte MG - Inimá de Paula: 43 anos de pintura, na Ami Galeria de Arte
1982 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Realidade Galeria de Arte
1982 - São Paulo SP - Individual, na Galeria de Arte Portal
1983 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Bonino
1984 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Bonino
1985 - Belo Horizonte MG - Retrospectiva, no MAP
1985 - Brasília DF - Individual, na Performance Galeria de Arte
1985 - São Paulo SP - Retrospectiva, no MAM/SP 
1986 - Rio de Janeiro RJ - Paisagens e Marinhas Brasileiras, na Villa Bernini Galeria
1988 - Belo Horizonte MG - Individual, na Chromos Galeria de Arte
1989 - Belo Horizonte MG - Inimá de Paula: obras recentes, no Espaço Cultural do Lloyds Bank
1993 - Salvador BA - Inimá, na MCR Galeria de Arte
1996 - Brasília DF - Individual, na Royal Art - Galeria de Arte
1997 - Belo Horizonte MG - Retrospectiva, no Palácio das Artes
1998 - Belo Horizonte MG - Individual, na Galeria Inimá
1998 - Belo Horizonte MG - Individual, na Fundação Inimá de Paula
1998 - Rio de Janeiro RJ - Retrospectiva, no Mnba


1945 - Rio de Janeiro RJ - Grupo Cearense, na Galeria Askanazy
1946 - Rio de Janeiro RJ - Os Pintores Vão à Escola do Povo, na Enba
1946 - Rio de Janeiro RJ - 52º Salão Nacional de Belas Artes, no Mnba
1947 - Rio de Janeiro RJ - 53º Salão Nacional de Belas Artes - Divisão Moderna, no Mnba - menção honrosa
1948 - Fortaleza CE - 4º Salão de Abril - 1º prêmio
1948 - Rio de Janeiro RJ - 54º Salão Nacional de Belas Artes, no Mnba - medalha de prata
1949 - Rio de Janeiro RJ - 55º Salão Nacional de Belas Artes - Divisão Moderna, no Mnba - medalha de prata
1949 - Salvador BA - 1º Salão Baiano de Belas Artes, no Hotel Bahia
1950 - Rio de Janeiro RJ - 56º Salão Nacional de Belas Artes, no Mnba - prêmio de viagem ao país
1950 - Salvador BA - 2º Salão Baiano de Belas Artes, no Belvedere da Sé - medalha de prata
1951 - Fortaleza CE - 4º Salão Cearense de Belas Artes - medalha de ouro
1951 - Rio de Janeiro RJ - 57º Salão Nacional de Belas Artes, no Mnba
1951 - Rio de Janeiro RJ - Exposição de Naturezas Mortas, no Serviço de Alimentação e Previdência Social
1951 - São Paulo SP - 1ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão do Trianon
1952 - Feira de Santana BA - 1ª Exposição de Arte Moderna de Feira de Santana, no Banco Econômico
1952 - Rio de Janeiro RJ - 1º Salão Nacional de Arte Moderna - prêmio de viagem ao exterior
1952 - Rio de Janeiro RJ - Exposição de Artistas Brasileiros, no MAM/RJ
1952 - Rio de Janeiro RJ - 1º Salão Nacional de Arte Moderna, no MAM/RJ
1953 - Belo Horizonte MG - Salão de Belas Artes da Cidade de Belo Horizonte
1954 - Belo Horizonte MG - Salão de Belas Artes da Cidade de Belo Horizonte
1954 - Goiânia GO - Exposição do Congresso Nacional de Intelectuais
1954 - Rio de Janeiro RJ - Salão Preto e Branco, no Palácio da Cultura - prêmio de viagem ao exterior
1954 - Salvador BA - 4º Salão Baiano de Belas Artes, no Hotel Bahia - medalha de prata
1955 - Rio de Janeiro RJ - 4º Salão Nacional de Arte Moderna - hors-concours
1956 - Belo Horizonte MG - 11º Salão de Belas Artes da Cidade de Belo Horizonte - prêmio/pintura
1956 - Rio de Janeiro RJ - 1º Salão Ferroviário, no Ministério da Educação e Cultura  - 1º prêmio/pintura
1957 - Buenos Aires (Argentina) - Arte Moderna no Brasil, no Museo de Arte Moderno de Buenos Aires
1957 - Lima (Peru) - Arte Moderna no Brasil, no Museo de Arte de Lima
1957 - Rosário (Argentina) - Arte Moderna no Brasil, no Museo Municipal de Bellas Artes Juan B. Castagnino
1957 - Santiago (Chile) - Arte Moderna no Brasil, no Museo de Arte Contemporáneo de Santiago
1958 - Rio de Janeiro RJ - Oito Artistas Contemporâneos, na Galeria Macunaíma
1958 - Rio de Janeiro RJ - Salão de Arte A Mãe e a Criança
1958 - Rio de Janeiro RJ - Salão do Mar
1959 - Leverkusen (Alemanha) - Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa
1959 - Munique (Alemanha) - Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa, no Kunsthaus. 
1959 - Nova York (Estados Unidos) - Inter-American Cultural and Artistic Competition, na Ceceille Art Gallery - 1º prêmio
1959 - São Paulo SP - 5ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão Ciccilo Matarazzo Sobrinho
1959 - Viena (Áustria) - Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa
1960 - Hamburgo (Alemanha) - Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa
1960 - Lisboa (Portugal) - Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa
1960 - Madri (Espanha) - Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa
1960 - Paris (França) - Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa
1960 - Utrecht (Holanda) - Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa
1960 - Utrecht (Holanda) - Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa
1961 - Rio de Janeiro RJ - O Rio na Pintura Brasileira, na Biblioteca Estadual da Guanabara
1963 - Belo Horizonte MG - Salão de Belas Artes da Cidade de Belo Horizonte - 2º prêmio
1963 - Rio de Janeiro RJ - A Paisagem como Tema, Galeria Ibeu Copacabana
1966 - Brasília DF - 3º Salão de Arte Moderna do Distrito Federal - artista convidado
1966 - Rio de Janeiro RJ - Auto-Retratos, no Ibeu Copacabana
1968 - Florianópolis SC - 1ª Exposição Nacional de Artes Plásticas, no Masc
1969 - São Paulo SP - 1º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1972 - São Paulo SP - Arte/Brasil/Hoje: 50 anos depois, na Galeria da Collectio
1973 - Atami (Japão) - 1ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão
1973 - Brasília DF - 1ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão
1973 - Brasília DF - Comemoração dos 107 Anos da Batalha do Riachuelo, no Hotel Nacional Brasília
1973 - Osaka (Japão) - 1ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão
1973 - Rio de Janeiro RJ - 1ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão
1973 - São Paulo SP - 1ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão
1973 - Tóquio (Japão) - 1ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão
1974 - Belo Horizonte BH - 2º Salão Global de Inverno, no Palácio das Artes
1974 - Tóquio (Japão) - Pintores Brasileiros no Japão
1975 - Japão - 2ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão, no Salão da Assembléia Legislativa do Estado
1975 - Nova York (Estados Unidos) - Coletiva, na Genaile Art Gallery Inc.
1975 - Rio de Janeiro RJ - 2ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão, no Centro Lume
1975 - São Paulo SP - 2ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão, no Salão da Assembléia Legislativa do Estado
1976 - Belo Horizonte MG - Exposições dos Murais das Escolas Municipais de Belo Horizonte
1977 - São Paulo SP - 3ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão
1977 - Rio de Janeiro RJ - 3ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão
1977 - Tóquio (Japão) - 3ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão
1979 - São Paulo SP - 4ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão
1979 - Tóquio (Japão) - 4ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão
1979 - Kioto (Japão) - 4ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão
1979 - Atami (Japão) - 4ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão
1981 - Atami (Japão) - 5ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão
1981 - Belo Horizonte MG - 8º Salão Global de Inverno, no Palácio das Artes 
1981 - Belo Horizonte MG - Arte Mineira em Destaque, no Palácio das Artes
1981 - Belo Horizonte MG - Seis Artistas de Minas, na Ami Galeria de Arte
1981 - Brasília DF - 5ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão
1981 - Kioto (Japão) - 5ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão
1981 - Nekai (Japão) - 5ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão
1981 - Rio de Janeiro RJ - 5ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão
1981 - São Paulo SP - 5ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão
1981 - São Paulo SP - 8º Salão Global de Inverno, no Masp
1981 - Tóquio (Japão) - 5ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão
1982 - Belo Horizonte MG - Coletiva de Pintores Brasileiros, na Gauguin Galeria de Arte
1983 - Atami (Japão) - 6ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão
1983 - Kyoto (Japão) - 6ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão
1983 - Rio de Janeiro RJ - 6ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão, no Mnba
1983 - Rio de Janeiro RJ - 6º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/SP
1983 - São Paulo SP - 14º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1983 - São Paulo SP - 6ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão, no MAM/SP
1983 - Tóquio (Japão) - 6ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão
1984 - Rio de Janeiro RJ - Pintura Brasileira Atuante, no Espaço Petrobrás
1984 - São Paulo SP - Tradição e Ruptura: síntese de arte e cultura brasileiras, na Fundação Bienal
1985 - Atami (Japão) - 7ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão
1985 - Kyoto (Japão) - 7ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão
1985 - Rio de Janeiro RJ - 7ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão, na Fundação Brasil-Japão de Artes Plásticas
1985 - Rio de Janeiro RJ - Seis Décadas de Arte Moderna: Coleção Roberto Marinho, no Paço Imperial
1985 - São Paulo SP - 7ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão, na Fundação Mokiti Okada - MOA
1985 - Tóquio (Japão) - 7ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão
1986 - Rio de Janeiro RJ - Tempos de Guerra: Hotel Internacional, na Galeria de Arte Banerj
1986 - Rio de Janeiro RJ - Tempos de Guerra: Pensão Mauá, na Galeria de Arte Banerj
1987 - São Paulo SP - O Ofício da Arte: pintura, no Sesc
1988 - São Paulo SP - 15 Anos de Exposição de Belas Artes Brasil-Japão, na Fundação Mokiti Okada
1989 - Lisboa (Portugal) - Seis Décadas de Arte Moderna Brasileira: Coleção Roberto Marinho, na Fundação Calouste Gulbenkian. Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão
1989 - São Paulo SP - Trinta e Três Maneiras de Ver o Mundo, na Ranulpho Galeria de Arte
1990 - Goiânia GO - 20 Anos do Museu de Arte de Goiânia, no Museu de Arte
1990 - São Paulo SP - 6º Salão Brasileiro de Arte, na Fundação Mokiti Okada
1991 - Fortaleza CE - Scap: 50 anos, no Imperial Othon Palace Hotel
1992 - Rio de Janeiro RJ - 1º A Caminho de Niterói: Coleção João Sattamini, no Paço Imperial
1992 - Rio de Janeiro RJ - Eco Art, no MAM/RJ
1992 - São Paulo SP - 7º Salão Brasileiro de Arte, na Fundação Mokiti Okada - MOA
1994 - São Paulo SP - Bienal Brasil Século XX, na Fundação Bienal
1994 - São Paulo SP - Guignard: 50 anos de uma escola de arte, na Galeria Vidyã
1995 - Belo Horizonte MG - Exposição Inaugural Nuance Galeria de Arte, na Nuance Galeria de Arte
1995 - São Paulo SP - Brasil-Japão Arte, na Fundação Mokiti Okada - MOA
1996 - Rio de Janeiro RJ - Visões do Rio, no MAM/RJ
1998 - Belo Horizonte MG - Arte Encontro-Brasil/Portugal: um momento de convergência, no Museu Mineiro
1999 - São Paulo SP - A Ressacralização da Arte, no Sesc/Pompéia


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